Palestina Livre: ato de solidariedade reúne comunidade e pedido de paz em Foz do Iguaçu

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A mobilização pediu pela libertação dos ativistas da Flotilha, rompimento entre Brasil e Israel e o fim do genocídio em Gaza. Os organizadores convidaram toda a comunidade, pessoas de diferentes origens e crenças, a fim de conjugar paz, preservação da vida e respeito entre os povos

A ação reuniu centenas de pessoas na Praça da Paz, neste domingo, 05\10, em Foz do Iguaçu. O Sheikh Oussama El Zahed, líder religioso do Centro Cultural Beneficente Islâmico de Foz do Iguaçu e demais lideranças, discursaram e pediram libertação de Gaza/Palestina, dos integrantes da Global Sumud Flotilla, respeito entre os povos e paz mundial. ” A questão de Gaza deixou de ser uma questão de Gaza, somente do povo palestino, do povo árabe muçulmano, ao contrário, é uma questão humana. Segundo a ONU, Gaza hoje se tornou um cemitério de crianças. Infelizmente o mundo está calado. Parece que o mundo desumanizou os palestinos. Nossos queridos irmãos palestinos merecem paz e serem respeitados. Deus abençoe todos nós”, conclui El Zahed.

Pelo menos 10 brasileiros e um argentino residente no Brasil estão entre as pessoas capturadas na última quarta-feira (1) por Israel. A flotilha reúne cerca de 50 embarcações que tentam furar o bloqueio a Gaza levando ajuda humanitária: alimentos, água potável, medicamentos e brinquedos. O ativista brasileiro Thiago Ávila, e a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) estavam na Flotilla interceptada.

O Sheikh Mohamad Khalil, líder religioso da Sociedade Beneficente de Foz do Iguaçu também esteve presente na ação, além de membros da comunidade árabe e árabe Palestina, representantes e professores da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Mazé Saad, representante da CEBRAPAZ, os vereadores Adnan El Sayed, Anice Nagib Gazzaoui e demais integrantes.

Corte de acordos de cooperação acadêmica

A professora da UNILA Fran Rebelatto, ressalta que é fundamental que o governo brasileiro rompa relações com Israel e destaca a importância do corte de acordos de cooperação acadêmica. “Neste momento para nós, tanto localmente como nacionalmente não queremos que nossas universidades continuem com seus convênios com Israel. Estamos lutando contra o colonialismo, o imperialismo. Minha saudação para toda comunidade palestina que está nesta fronteira há muitos anos. Vamos seguir com nossa força e luta para uma Palestina livre”, concluiu.

Os organizadores convidaram toda a comunidade, pessoas de diferentes origens e crenças, a fim de conjugar paz, preservação da vida e respeito entre os povos.

Fotos: Sesunila

Com informações da assessoria

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